"Amei e odiei como toda gente, Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo. E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo" (F. Pessoa)

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Perfeição

8 de julho de 2009 | Dhay

Para fugir do espelho, pintei-me num quadro de um colorido bonito. Olhando diversas vezes, cheguei a acreditar ser um reflexo meu. Tinha um quê de beleza inesperada. Tinta fresca. Gosto da reinvenção, do que eu mesma posso mudar. Até escrevi uma dedicatória honrosa e mentirosa - com as credenciais da minha real crença - na assinatura!
Procurando o sorriso sincero que já havia pintado, lembrei da ausência total de talento para desenhar. Neste paralelo de procurar e achar, derrubei tantas coisas que reperticuram um som de volume bem alto. Em coro, ligando corações. Do grave ao agudo mais afinado. O quadro se dissolvia e em notas musicais se transformava... o sorriso procurado se compunha no descobrir daquele espelho. Materializado diante de mim, no pensamento recuperado. Na imagem escaneada pela minha retina. No olhar além de mim, facilmente confundido.
Como que recolocar as lentes de contato, com o grau certo, enxerguei o exato tom do azul do céu... o tom cinzento angustiado e leve, mas real e encantador. Naquela brincadeira estava o endereço do sonho.
Eram passos dados e vozes misturadas formando a confusão. Que seria desfeita se alguma atenção dirigisse. Escolha foi passar adiante, deixar pra trás. Mas o "pra tras" esta lá adiante. Diante de mim e o acolho, sorridente na meninice inata de viver e reviver. Mágico, certo, errado, coerente, real ou não. Este é o meu mundo. Cabe a mim, meus delirios (ou sonhos), toda minha paixão (em partes desiguais e intensidades momentaneas) e meu olhar.... perfeito! Com espaço bem demarcado: só até aqui!

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Singela

7 de julho de 2009 | Dhay

Minha modesta homenagem.
À quem se foi e hoje, 7/07/09 é enterrado e a quem hoje, 07/07/2009, nasce.
Ambos tem uma participação mais que especial na minha vida.
Ambos tem meu amor mais profundo. Em fases totalmente diferentes.
O primeiro me deu os primeiros passos. O segundo, assisteirei os primeiros passos.
Mas levarei os passos do primeiro para o segundo, com certeza.
E por isso é importante que o segundo conheça a genialidade e generosidade do primeiro.
Que em música também soube ser solidário e espalhar solidariedade e amor.
Por isso escolhi esta. Pela grandiosidade de sua composição, pela generosidade de sua ação.
Liderar e convencer muitos em prol de um único objetivo.
Um marco na história humana e musical.

Link: WE ARE THE WORLD

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Eterno

| Dhay

"Like A Perfect Flower that Is Just Beyond Your Reach
Como uma flor perfeita que está fora do seu alcance
Gone Too Soon
Acabou tão rápido...
Born To Amuse, To Inspire, To Delight
Nascido para alegrar, inspirar, encantar
Here One Day gone One Night
Aqui um dia tornou-se em noite
Like A Sunset dying With The Rising Of The Moon
Como um pôr do sol morrendo com o nascer da lua
Gone Too Soon"

Acabou tão rápido...


Não acabou! Será eterno!
HISTÓRIA, REFERÊNCIA!
SUPREMO E ÚNICO!
Muito além do que se pode alcançar, do que se pode visionar.
Em mim, ainda sinto uma dor intensa.
Algo de mim se foi. Mas trouxe de volta o que há muito tb já tinha se despedido.
Dolorido pensar e sentir. Mas mescla-se a uma alegria única de reviver e ver o desejo realizar-se. O poder que pode fazer acontecer e eternizar as emoções.

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Eterno

| Dhay

"Like A Perfect Flower that Is Just Beyond Your Reach
Como uma flor perfeita que está fora do seu alcance
Gone Too Soon
Acabou tão rápido...
Born To Amuse, To Inspire, To Delight
Nascido para alegrar, inspirar, encantar
Here One Day gone One Night
Aqui um dia tornou-se em noite
Like A Sunset dying With The Rising Of The Moon
Como um pôr do sol morrendo com o nascer da lua
Gone Too Soon"

Acabou tão rápido...


Não acabou! Será eterno!
HISTÓRIA, REFERÊNCIA!
SUPREMO E ÚNICO!
Muito além do que se pode alcançar, do que se pode visionar.
Em mim, ainda sinto uma dor intensa.
Algo de mim se foi. Mas trouxe de volta o que há muito tb já tinha se despedido.
Dolorido pensar e sentir. Mas mescla-se a uma alegria única de reviver e ver o desejo realizar-se. O poder que pode fazer acontecer e eternizar as emoções.

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Quereres

4 de julho de 2009 | Dhay


- Eu não quero te perder.

Após comprovada a certeza sintonizada com que já era tão esperado. Claramente visto em outros momentos tomados de uma magia explendorosa. Este o momento da manisfestação que levaria a conclusão do que já era sólido. Instante anterior em que palavras não representariam nada do que foi vivido. Provado o sabor de realmente saber que tem. Tem gosto, tem tempero e todas as especiarias de uma química especial. Percebendo então que meu sentimento era maior que minha imaginação alcançava. Posse! Interpretada no que era tão claro, na escuridão daquela noite. Conspiração universal de tentar compreender sem repreender mais nada. Estaria o grande portal acessível ao que limita e não demarca mais espaços?! Talvez. Se históricos anteriores não comprovassem o contrário e nem atraissem - por mim - nenhuma válvula de escape até o alcance de minhas mãos e emoções. Distraindo o curso, já em andamento, destinado. Querer tanto que não pode ser dimensionado, o qual se depara com uma força maior: personalidade.

- Eu também não quero.
Contrariando o meu dizer, em pensamento, a resposta é outra: "Queria sim, só se perde o que se tem."

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>> Intocável

| Dhay

"E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco, subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo, suavemente se encaixe
"
(S. Rosa e N. Reis)
Admirável encanto com que ela olhava toda a angústia que lhe tomava. Naturalmente solitária e triste, mas tão feliz assim. De longe eu a via identificar-se mais e mais com que eram tão seus. Magicamente pareciam estar refletido num espelho que não era o seu. Ele, um gigante perto dela. E cresceu tanto mais com a percepção dela. Proporcionalmente, ele tinha mãos de um comprido imensurável, segurava-a, só com estas. À sua volta, qualquer coisa ou ser seria pequeno. Ela, sensível e cristalina, parecia calar-se diante de seu tamanho. Mas seus olhos podiam ver o que se ocultava naquela grandeza e perfeição inexata. E o escuro não mais existiu, ela acendeu as luzes... para ela mesma vê-lo. Guardou a imagem para si. Uma ilustre pintura. Uma foto tirada pelas suas retinas. O coração alcançou-o. Quis poder tocá-lo, mas não poderia....
Então percebeu que era intocável também. Ele estava refletido no espelho dela. Cantarolando ainda, sorriu e vestiu-se para dormir. Ao som da mesma música cantarolada, suspirou e sussurou: "boa noite".
Muito de perto, assisti e aplaudi desesperadamente para ela ouvir e ater-se a majestade de sua atitude. Alheia, em sua superioridade, nem se abalou...

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>> Intocável

| Dhay

"E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco, subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo, suavemente se encaixe
"
(S. Rosa e N. Reis)
Admirável encanto com que ela olhava toda a angústia que lhe tomava. Naturalmente solitária e triste, mas tão feliz assim. De longe eu a via identificar-se mais e mais com que eram tão seus. Magicamente pareciam estar refletido num espelho que não era o seu. Ele, um gigante perto dela. E cresceu tanto mais com a percepção dela. Proporcionalmente, ele tinha mãos de um comprido imensurável, segurava-a, só com estas. À sua volta, qualquer coisa ou ser seria pequeno. Ela, sensível e cristalina, parecia calar-se diante de seu tamanho. Mas seus olhos podiam ver o que se ocultava naquela grandeza e perfeição inexata. E o escuro não mais existiu, ela acendeu as luzes... para ela mesma vê-lo. Guardou a imagem para si. Uma ilustre pintura. Uma foto tirada pelas suas retinas. O coração alcançou-o. Quis poder tocá-lo, mas não poderia....
Então percebeu que era intocável também. Ele estava refletido no espelho dela. Cantarolando ainda, sorriu e vestiu-se para dormir. Ao som da mesma música cantarolada, suspirou e sussurou: "boa noite".
Muito de perto, assisti e aplaudi desesperadamente para ela ouvir e ater-se a majestade de sua atitude. Alheia, em sua superioridade, nem se abalou...

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poros

3 de julho de 2009 | Dhay

Um olhar atirado. Repentinamente acerta a mira, sem previsão alguma. Acontece de forma que o que eu tentava demilitar perde todos os limites, tornando tudo a volta tão pequeno. Ampliando os mais intensos sentimentos. As possibilidades brotam em olhares esquecidos dentro e sobre mim. Obstaculos, pouco a pouco, vou recriando para manter a crença, o sonho irrealizável. E desde sempre ocultando, distraindo o óbvio. Acreditei na entrega, sabendo que não a faria. Sob um binóculo, desanima-me a certeza de não ter conseguido. E nem sei o quanto tentei mesmo. Embora tenha ido longe demais, que quase não pude voltar. Mas sei que proporcionalmente ao sentir deveria nem ter voltado de tão mais longe que poderia ir. Ou não! Talvez nem possa, apenas deseje ir. As vezes acho qté que não quero. Por outro lado, quando aceito ir.... o estímulo parece tão precário ou a recepção tão menos calorosa qto merecia que penso que o mximo do merecimento era este destino de tão poucos passos. Mas, pouquissimas vezes cheguei no ponto de querer ir mais além. Talvez duas vezes... uma mais além que outra. Outras (se não todas) construi todo ou cenário para convencer a mim mesma de que esta seria a hora... Um passo apenas, uma palavra certa. Uma mão pra alcançar o piso superior. Uma só atitude de construir nuvens e ver estrelas de pertinho.
Despertar... um simples despertar. Um lápis colorido, talvez. Qualquer passo pra fazer-se mágica. Exigência minha, entre tantas, se não for assim... NUNCA SERÁ!
Não deveria classificar exigencia, na verdade um limite. Limite que mantenho a minha liberdade.
Liberdade de sentir. Há de ser livre para não ser contido. Quero que transborde e percorra todo meu corpo, minha pele. Que encontre a volta em meus poros. Renovado e possa novamente transbordar num ciclo incessante.
E percebo esta intensidade de sentir, de admirar-se com o que parece tão óbvio no espelho, grita tão alto agora. Talvez seja meu escape. Talvez apenas mais uma verdade. E a do momento é esta: encanto! Pelo que meu olhar, agora, alcança. Incrível minha necessidade de encantos e mágicas. Como um ponto de referência. Que vem de dentro e salta para fora. E vivo esta intensidade. Intensifico ainda mais. Alimentando minha alma perdida em emoções cada vez maiores. Colocando-me na posição de fazer parte da historia e uni-la a mim. Gosto de dois sendo um. Mesmo que um par. Gosto do espelho complementar.
Meu peito enche-se de uma calorosa compreensão de amor e admiração. E vejo que estive, mas quis SER. Relembrando verdades e aceitando uma nova mentira. Que poderia ser verdade...
Poderia, porque parece muito tarde para ainda ser!
Duvido do mínimo de vontade de reverter ....

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>> Jornalismo Incoerente de Cristiane Tavares

2 de julho de 2009 | Dhay

Impossivel seria me calar novamente!
Bem, não consegui acessar o maldito site e deixar lá o meu comentário. Uso o MEU espaço, então, para fazê-lo.
Incrível como algumas pessoas conseguem a incompetência de transmitir determinadas impressões e notícias da forma mais insenvível, sem noções de verdade alguma. Daquelas que só devem conhecer notícias de tablóides. Do mais sensacionalista possível.
Daí entro na questão que concordo com a não necessidade de diploma para exercer o jornalismo. Algumas pessoas tem melhor noção de perceber, noticiar e até criticar do que alguns diplomados.
Exemplo clássico para não deixar vazio o comentário: Machado de Assis.
Mas, a pessoa em questão, Cristiane Tavares. Ao que me parece jornalista. Tem um programa na Nova Brasil FM. Ou faz parte de um, sei lá.
Mas ela foi totalmente infeliz com o texto que tentou (sim, aquilo é apenas uma tentativa) sobre o Michael Jackson. Que, aliás, foi divulgado pela própria como "diferente", através de um comentário no EStadão. Texto onde ela narra em primeira pessoa (como se fosse o MJ) as mais errôneas, distorcidas e inaceitáveis impressões, tentando relatar fatos marcantes da vida do astro.
Sinceramente, é um texto medíocre, no mínimo. Entre os principais motivos: é ridiculo escrever um texto como se fosse o próprio. Nem a família se arriscaria a escrever com o olhar dele. Mas já que o fez, fizesse com mais capricho. Procurasse se envolver com a questão, aprofundasse em sua história primeiro. Muita falta de imaginação e competência iniciar com MJ se desculpando por deixar o mundo abruptamente. E pedindo pensamentos positivos.
Desculpe-me, MJ não precisava pedir permissão. Ele já a teria em qualquer situação. Com seu carisma e talento.
Imperdoável também a citação de que fama, dinheiro e sucesso é um trio perigoso. Não acho o perigo quando nada disso afetou seu carater e visão de mundo.
Procuro este perigo (e tragédia) na história dele e não acho. Ele gostava da fama, vivia bem com todo este sucesso. Fazia o uso de seu dinheiro (fama e suesso) como bem queria e podia proporcionar o que lhe faltava realmente: um mundo melhor.
Afinal foi com este talento, com seu sucesso e fama que ele criou "We are the World". E não foi para se destacar, ele nãoprecisava dsto. Mas usou disto por realmente acreditar que poderia fazer algo pra melhorar o mundo. E fez!!
Trio perigoso, porquê? Ele não engoliu a isca do dinheiro. Usou da forma que bem entendeu. Criou a "Terra do Nunca"(neverland), tão almejado por qualquer um que tenha um mínimo de sensatez e sensibilidade. Já dizia o Renato Russo: "se o mundo é mesmo parecido com o que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito".
Então por quê ele não poderia ter o mundo dele com o que este trio perigoso lhe proporcionara??
E a tal, esquece-se também de interpretar como ele lidava bem com este trio a ponto de proporcionar o melhor bem estar que pudesse às pessoas e a ele mesmo. Acho que ela devia estar em outro planeta, quando MJ deu VIDA à canção de Glen Ballard e Siedah Garret. Vida mesmo, interpretações históricas desde o seu lançamento no Grammy de 1988 até mesmo na turnê Dangerous. E pior que isso, que a mesma sequer pensou em informar-se da importancia da tal. Ou o que poderia piorar ainda mais é ignorar a importancia. "Man in the Mirror" foi lançada no album BAD. E o dinheiro das vendas do single vão para o Camp Ronald McDonald for Good Times, um acampamento para crianças que sofrem de câncer.
Mas no texto delirante da Cristiane, MJ é um louco, traumatizado e que não sabia o que fazer com o sucesso e com o dinheiro. E atribui o seu sucesso a um golpe de marketing (carreira solo) e uma grande sorte. E não à genialidade, perfeição e talento do mesmo.
Compreensível porque sorte teve ela em ter um emprego, sendo tão irracional. E talento é algo muito longe de seu conhecimento.
Ainda a informação errada, onde ela relata que Debbie Row é mae dos tres filhos de MJ. Todo mundo sabe que é mãe de dois. E que a mãe do terceiro tem a identidade protegida.
Jornalista , acredito que diplomada, publicando textos incoerentes e errôneos.
Abaixo o diploma então!!!! Que o jornalismo esteja nas mãos de quem tiver competencia para exercê-lo. Além da percepção e sensibilidade, por favor.
Escrever é uma arte e não se pode ignorar o talento para fazê-lo.
Também é citado que, no palco, ele se sentia superior e um Deus (em maiúsculo mesmo, ignorância imensurável!). Querida, por favor, ele não se sentia um Deus no palco. Ele era realmente um gigante no palco. E fora deles tb. Foi além de qualquer limite. Mas a sua mente é tão limitada que não consegue enxergar nem isso.
Mas o fim do texto é o melhor: "Afinal, minha doença não era apenas do corpo, mas também do espírito"
DOENTE é ela, isso sim. Além de ignorante. Essa aí só serve mesmo pra apresentar as musiquinhas do Jair Oliveira e sua turma.. (auhauahua).
Talvez mais doente seja quem a contratou.
Aqui. Na íntegra, toda a incoerencia jornalistica de Cristiane Tavares.
E meu mais carinhoso agradecimento à quem fez com que esta tentativa de texto chegasse à minha leitura: OBRIGADA, meu AMOR!

Noutro blog, encontrei um texto ruinzinho também, mas ao menos mais criativo e inteligente. Criticando o enaltecimento de cadaveres pela mídia. Bem, imagino que este, ao menos, esteja farto do bombardeio de noticias.
Mas, vindo à publico que o primeiro acusador de MJ (por abuso sexual) desmente toda acusação. E mesmo que ainda não seja uma retração ou esclarecimento oficial. Amigo, será que não é pra enaltecer mesmo o REI DO POP? Que e única mancha que teve em sua vida, seja então limpa. Amigo, repense só um pouquinho e tenha um pouco mais de paciência...
Mas, deste texto o que mais me chamou atenção (e revolta, claro) foi um comentário, que era pra defender MJ. Ele, o que comentou, dizia que era musico e ate tocava musicas do MJ em sua banda e falou que MJ não era perfeito, que suas letras eram Fracas. Opsssssss, fracas???! Ai,ai,ai... Pq será que We are the Word vendeu tanto? Td bem, em geral a forma de composição americana é diferente da brasileira e outras. Mas, este, sendo músico (ele que disse - e eu duvido!) deveria, ao menos saber, que música não é letra. Musica é a combinação da letra, melodia e ritmo. Só escrita é poema ou apenas um texto. E um músico que tocava covers de um artista que compôe letras fraquissimas é, no mínimo, um idiota que imita o que ele mesmo considera fraco. Se a original, pra ele é ruim, imagina a interpretação dele, sendo amador.
Ele fala também que MJ tinha um discurso piegas. Bem se o discurso do MJ era piegas, este aí deveria ser um Brutus músico. Mas o melhor vem depois: "ele sempre será o cara que anda para trás, come criança e muda de cor, independente de se perdeu o coro cabeludo num acidente, se tinha vitiligo e optou por despigmentar toda a pele para camuflar as marcas, ou se foi julgado e inocentado".
Bem,
realmente seá esta definição que ficará do MJ mesmo. Para alguns ignorantes, claro. Para jornalistas como a tal lá da Rádio NOva Brasil Fm e pra estes músicos amadores que devem ter aprendido musica comprando aquelas revistras cifradas de violão na banca de jornal...
E para alguns fãs destas poluições sonoras, que merecem a apresentação e comentário da tal jornalista, claro.
É, MJ tinha mesmo que andar pra trás para acompanhar o mundo e a maldade humana, munida da ignorancia e falta de sensibilidade. Ou ainda, fazendo-se valer do próprio discurso piegas citado pelo colega: Falta mesmo muito mais AMOR no mundo. Sensibilidade e percepção para alcançar a compreensão da genilialidade alheia. Da sensibiliade tamanha aparentando agressiva.
Mas, da definição do colega, a minha contraria:
Ele sempre será o cara que anda pra trás pra acompanhar o mundo. Pois ele sempre esteve um passo à frente.
Que não se protegeu das pessoas, acreditou nelas. Que acreditou (e defendeu) a inocencia de uma criança. Que teve grande importância, inclusive, na recuperção da mesma na luta contra um cancer. Mas MJ foi traido pela ganância e maldade das mesmas - ou de seus tutores - acreditando na inocência, na lealdade, na VERDADE e na vida.
Foi o cara que (SE) mudou de cor, propositalmente (e não por vitiligo), se torna ainda mais incrível e genial. Caracas, ele ultrapassou todos os limites. Conheces algum outro ex-negão?! A genialidade estaria não no mudar de cor, mas de ultrapassar limites pra concretizar a própria vontade. Se foi proposital, palmas à ele mais uma vez. Ele foi PHODA!
Foi julgado e inocentado das 10 acusções. Então... INOCENTE!


Ufa, desabafei!
Mas não é um desabafo de uma fã incondicional. Embora, desconheço quem não tenha ficado ligado no Fantástico à espera das estréias de seus clipes.
Então, sou fã tb. Mas este é um desabafo revoltado pela ausência de percepção das pessoas. Pela ausência de sensibilidade e o minimo de sensatez.
Caracs, ele revolucionou tudo... TUDO! "o Cara".
Chega a me incomodar estas percepções erroneas.
Me incomoda a mania de ter uma opinião embasada em tablóides. Viva o que quer interpretar, porra! Aprofunde-se, busque conhecimentos. Não é tão dificil.
Algumas constatações são tão óbvias!

MJ: Eterno. O melhor em tudo que fez. Duvido que alguém alcance tamanha genialiade e generosidade.
Espero que a justiça, em sua morte, seja feita.
E que o testamento seja respeitado. Ao menos, isso!
Eu confio que Deus fará isso acontecer.

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De novo

1 de julho de 2009 | Dhay

Silêncio ensurdecedor! Mais alto que a ebulição dentro de mim.
Tão alto que silencia a erupção interna e grita pra mim: silêncio.
E lá vem de novo, nada mais propício para um 1º de Julho: "do ventre nasce um novo coração".
Será?

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