"Amei e odiei como toda gente, Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo. E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo" (F. Pessoa)

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Quereres

4 de julho de 2009 | Dhay


- Eu não quero te perder.

Após comprovada a certeza sintonizada com que já era tão esperado. Claramente visto em outros momentos tomados de uma magia explendorosa. Este o momento da manisfestação que levaria a conclusão do que já era sólido. Instante anterior em que palavras não representariam nada do que foi vivido. Provado o sabor de realmente saber que tem. Tem gosto, tem tempero e todas as especiarias de uma química especial. Percebendo então que meu sentimento era maior que minha imaginação alcançava. Posse! Interpretada no que era tão claro, na escuridão daquela noite. Conspiração universal de tentar compreender sem repreender mais nada. Estaria o grande portal acessível ao que limita e não demarca mais espaços?! Talvez. Se históricos anteriores não comprovassem o contrário e nem atraissem - por mim - nenhuma válvula de escape até o alcance de minhas mãos e emoções. Distraindo o curso, já em andamento, destinado. Querer tanto que não pode ser dimensionado, o qual se depara com uma força maior: personalidade.

- Eu também não quero.
Contrariando o meu dizer, em pensamento, a resposta é outra: "Queria sim, só se perde o que se tem."

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1 comentários:

Renato Saraiva disse...

Uia! esse post tá pessoal demais ou engano meu? (Não precisa responder) rsrs blogs são pra isso não é verdade? dizer o queremos dizer!


gostei.

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